quarta-feira, 11 de setembro de 2013
terça-feira, 10 de setembro de 2013
domingo, 8 de setembro de 2013
XXIII DOMINGO DO TEMPO COMUM
Qual o homem
que pode conhecer os desígnios de Deus? Quem pode sondar as intenções do
Senhor? O homem tem de acolher a “sabedoria”, dom de Deus para todos aqueles
que estão interessados em dar um verdadeiro sentido à sua vida.
Senhor, tendes sido o nosso refúgio através das gerações
Ensinai-nos
Senhor a contar os nossos dias, a chegarmos à sabedoria do coração.
Saciai-nos desde a manhã com a vossa bondade, para nos alegrarmos e exultarmos todos os dias. Confirmai, Senhor, a obra das nossas mãos.
Saciai-nos desde a manhã com a vossa bondade, para nos alegrarmos e exultarmos todos os dias. Confirmai, Senhor, a obra das nossas mãos.
Se me consideras teu amigo, recebe-o como a mim próprio.
Bela página
de Paulo que nos entusiasma a viver o dom da fraternidade, da justiça, da
caridade, do acolhimento e do perdão. Sem isto torna-se difícil ser discípulo
de Jesus.
O Evangelho aponta-nos o “caminho do discípulo”
Jesus convida-nos a tomar consciência de quanto é exigente
o caminho do “Reino”. Optar pelo “Reino” não é escolher um caminho de
facilidade, mas sim aceitar percorrer um caminho de renúncia e de dom da vida. É,
sobretudo, o Evangelho que traça as coordenadas do “caminho do discípulo”: é um
caminho em que o “Reino” deve ter a primazia sobre as pessoas que amamos, sobre
os nossos bens, sobre os nossos próprios interesses e esquemas pessoais.
sábado, 7 de setembro de 2013
na Vigília de Oração pela Paz
Praça de São Pedro,
7 de Setembro de 2013
«Deus viu que isso era bom» (Gn 1,12.18.21.25). A narração bíblica da
origem do mundo e da humanidade nos fala de Deus que olha a criação, quase a
contemplando, e repete uma e outra vez: isso é bom. Isso nos permite entrar no
coração de Deus e recebermos a sua mensagem que procede precisamente do seu
íntimo. Podemos nos perguntar: qual é o significado desta mensagem? O que diz
esta mensagem para mim, para ti, para todos nós?
Simplesmente nos diz que o nosso mundo, no coração e na mente de Deus, é
“casa de harmonia e de paz” e espaço onde todos podem encontrar o seu lugar e
sentir-se “em casa”, porque é “isso é bom”. Toda a criação constitui um
conjunto harmonioso, bom, mas os seres humanos em particular, criados à imagem
e semelhança de Deus, formam uma única família, em que as relações estão
marcadas por uma fraternidade real e não simplesmente de palavra: o outro e a
outra são o irmão e a irmã que devemos amar, e a relação com Deus, que é amor,
fidelidade, bondade, se reflete em todas as relações humanas e dá harmonia para
toda a criação. O mundo de Deus é um mundo onde cada um se sente responsável
pelo outro, pelo bem do outro. Esta noite, na reflexão, no jejum, na oração,
cada um de nós, todos nós pensamos no profundo de nós mesmos: não é este o
mundo que eu desejo? Não é este o mundo que todos levamos no coração? O mundo
que queremos não é um mundo de harmonia e de paz, em nós mesmos, nas relações
com os outros, nas famílias, nas cidades, nas e entre as nações? E a verdadeira
liberdade para escolher entre os caminhos a serem percorridos neste mundo, não
é precisamente aquela que está orientada pelo bem de todos e guiada pelo amor?
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
ESCUTA, RENUNCIA E MISSÃO...
Quando o Senhor passa
na nossa vida, diz-nos sempre uma palavra e faz- nos uma promessa. Mas pede-nos
também para nos despojarmos de algo e confia-nos uma missão. Recordou o Papa
Francisco durante a missa celebrada na manhã de quinta-feira 5 de Setembro, na
capela da Domus Sanctae Marthae.
Comentando o episódio
da «pesca milagrosa» narrada por Lucas (5, 1-11) no trecho evangélico
proclamado durante a liturgia, o Pontífice evocou santo Agostinho, o qual
«repete uma frase que sempre me comoveu muito. Diz: “Tenho medo quando passa o
Senhor”. Por quê? “Porque tenho medo que passe e eu não me dê conta”. E o
Senhor passa na nossa vida como aconteceu aqui, na vida de Pedro, de Tiago e de
João».
Neste caso, o Senhor
passou na vida dos seus discípulos com um milagre. Mas, esclareceu o Papa,
«Jesus nem sempre passa na nossa vida com um milagre». Embora, acrescentou
ainda, «faz-se sempre ouvir. Sempre. E quando o Senhor passa, acontece sempre o
que aconteceu aqui: diz-nos algo, faz-nos sentir algo, depois diz-nos uma
palavra, que é uma promessa; pede-nos algo no nosso modo de viver, que deixemos
algo, para nos desprendermos das coisas. Além disso, dá-nos uma missão».
Uma promessa e uma missão...
“Tenho medo da graça que passa sem
que eu perceba.” Com esta citação de Santo Agostinho, o Papa Francisco iniciou
a homilia da Missa da manhã desta quinta-feira, celebrada na Casa Santa Marta.
O Papa refletiu sobre os modos com os quais Cristo se manifesta na vida de um
cristão, comentando o trecho do Evangelho em que Jesus se mostra a Pedro, Tiago
e João com o sinal da pesca milagrosa.
Desconcertado, Pedro é confortado por Jesus, que promete fazer dele “pescador de homens”. Depois o convida a deixar tudo para segui-lo e lhe confia uma missão. Ou seja, Deus se manifesta com três atitudes: através de uma promessa, de um pedido de generosidade e de uma missão a realizar.
No caso dos Apóstolos, observou o Papa, o Senhor passou na vida deles com um milagre. Nem sempre assim, contudo Ele está sempre presente:
“Quando o Senhor vem na nossa vida, quando passa no nosso coração, sempre diz uma palavra e uma promessa: ‘Avante... com coragem, sem medo, porque fará isso!’. Ou seja, é um convite à missão, um convite a segui-Lo. Quando ouvimos esta promessa, é porque há algo na nossa vida que devemos corrigir, e o fazemos para segui-Lo mais de perto.”
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Audiência do papa
Francisco: 04 de Setembro de 2013)
Queridos irmãos e irmãs,
bom dia!
Retomamos o caminho das
catequeses, depois das férias de Agosto, mas hoje gostaria de vos falar da
minha viagem ao Brasil, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude. Passou-se
mais de um mês, mas considero importante retornar a este evento, e a distância
de tempo permite compreender melhor o seu significado.
Antes de tudo desejo
agradecer ao Senhor, porque foi Ele que tudo guiou com a sua Providência. Para
mim, que venho das Américas, foi um grande presente! E por isso agradeço também
a Nossa Senhora Aparecida, que acompanhou toda esta viagem: fiz a peregrinação
ao grande Santuário nacional brasileiro, e a sua venerável imagem estava sempre
presente no palco da JMJ. Fiquei muito contente com isto, porque Nossa Senhora
Aparecida é muito importante para a história da Igreja no Brasil, mas também
para toda a América Latina; em Aparecida os bispos latino-americanos e do
Caribe vivemos uma Assembleia geral, com o Papa Bento: uma etapa muito
significativa do caminho pastoral naquela parte do mundo onde vive a maior
parte da Igreja católica.
Apelo de
dom Vincenzo Paglia, Presidente do Conselho Pontifício para a Família, às
famílias do mundo para participarem da jornada de jejum e oração que o papa
Francisco propôs pela paz na Síria, no Oriente Médio e no mundo
«A todas as famílias
O convite do papa Francisco
a uma jornada de oração e jejum pela paz na Síria e em todas as nações afetadas
pela tragédia da guerra deve ser aceite com muita seriedade e compromisso por
parte de todos nós. As imagens veiculadas por
todo o mundo e as contínuas notícias trágicas interpelam o nosso coração, a
nossa inteligência, a nossa fé. Por esta razão, eu vos convido a aceitar a
proposta do papa e a viver esse gesto de oração e jejum mesmo que seja em casa.
Queridos pais, não
tenham medo de propor aos vossos filhos um almoço austero e mínimo; será uma
oportunidade para lhes explicar o que está a acontecer no mundo e como esses
fatos terríveis não nos podem deixar indiferentes. Junto com a dureza das
notícias, não se esqueçam de comunicar a esperança da paz oferecida por Jesus
ressuscitado, que reconciliou o mundo não através de gestos violentos e
vingativos, mas através do dom de Si mesmo.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
terça-feira, 3 de setembro de 2013
"Jesus vence o mal com a humildade", disse o Papa na homilia da manhã
Cidade do Vaticano (RV) - “Sempre, onde estiver Jesus haverá humildade, meiguice e amor”, disse o Papa Francisco na Missa da manhã desta terça, 03, na Casa Santa Marta. O Papa acentuou a distinção entre a “luz tranquila” de Jesus, que fala ao nosso coração, e a “luz do mundo”, uma “luz artificial” que nos torna soberbos e orgulhosos.
A identidade cristã é “uma identidade da luz, não das trevas”. Francisco desenvolveu sua homilia inspirando-se nas palavras de São Paulo aos primeiros discípulos de Jesus. “Vocês, irmãos, não estão nas trevas, vocês são todos filhos da Luz”. Esta Luz, porém – ressalvou – “não foi muito querida pelo mundo”.
“Jesus veio justamente para nos salvar do pecado, a sua Luz nos salva das trevas”. Por outro lado, “hoje se pensa que podemos receber a luz com tantas coisas científicas e coisas da humanidade”.
Jesus não precisa de exércitos para vencer o mal,
a sua força é a humildade
Onde está Jesus há humildade, mansidão e amor. Estas as ideias principais que podemos colher da meditação matinal do Papa Francisco na Missa na Capela da Casa de Santa Marta nesta Terça-Feira 3 de Setembro. O Santo Padre deixou claro que Jesus não precisa de exércitos para vencer o mal e partindo das palavras de S. Paulo que se dirige aos discípulos dizendo-lhes que eles não são filhos das trevas mas filhos da luz, o Papa Francisco desenvolveu a sua meditação desta manhã apontando Jesus como a Luz da Paz.“Si può conoscere tutto, si può avere scienza di tutto e questa luce sulle cose. Ma la luce di Gesù è un’altra cosa. Non è una luce dell’ignoranza, no! E’ una luce di sapienza e di saggezza, ma è un’altra cosa che la luce del mondo...
“Pode-se conhecer tudo, pode-se ter a ciência de tudo e esta luz sobre as coisas. Mas a luz de Jesus é outra coisa. Não é uma luz da ignorância, não! É uma luz de sapiência e de sabedoria, mas é outra coisa do que a luz do mundo. A luz que nos oferece o mundo é uma luz artificial, talvez forte, até mais forte como aquela de Jesus, assim como um fogo de artifício, como um flash de uma fotografia.
VISITA DO PAPA FRANCISCO A ASSIS EM 4 DE OUTUBRO
Acontecerá no dia 4 de Outubro a significativa
visita pastoral do Papa Francisco a Assis, local de nascimento do santo
padroeiro da Itália que inspirou o nome do Papa.
A Sala de Imprensa da Santa Sé publicou ontem o
programa da visita.
O dia começará com a saída de helicóptero do
Vaticano, marcada para as 07:00 (hora local: 08:00 em Lisboa). O Santo Padre
chegará a Assis em torno de 07:45 no campo de Desportos do Instituo Seráfico,
onde se encontrará com as crianças portadoras de necessidades especiais e
doentes do Instituto.
Uma hora depois, às 8h45, o Papa realizará uma
visita privada ao Santuário de São Damião para um breve momento de oração. Em
seguida, irá ao Palácio do Bispo para um encontro com os pobres e necessitados,
assistidos pela Caritas da cidade. Depois, o Papa vai de carro para a Basílica
Superior de São Francisco, onde será recebido pelos Frades Menores Conventuais.
O Papa Francisco descerá para a cripta, para um momento privado de oração junto
do túmulo de São Francisco.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Novo secretário de Estado do Vaticano
O Papa Francisco nomeou hoje o arcebispo italiano Pietro Parolin
novo secretário de Estado do Vaticano, informou a Sala de Imprensa da Santa
Sé.
D. Petro Parolin sucede ao
cardeal Tarcisio Bertone que desde 2006 preside à Secretaria de Estado do
Vaticano, mantendo-se em funções até ao próximo dia 15 de outubro, realizando
em Portugal um dos seus últimos atos oficiais.
Nos dias 12 e 13 de outubro, o
cardeal Bertone vai presidir à peregrinação ao Santuário
de Fátima, quando a imagem de Nossa Senhora de Fátima venerada na
Capelinha das Aparições estará no Vaticano, para uma celebração de
consagração do mundo ao Imaculado Coração de Maria, a pedido do Papa.
No dia 15 de outubro, Francisco
via receber em audiência toda a Cúria Romana, onde irá agradecer publicamente
“o fiel e generoso serviço prestado à Santa Sé pelo cardeal salesiano”, apresentando D. Pietro Parolin e os seus
colaboradores.
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REZEMOS PELA PAZ...
Ontem,
dia 1 de Setembro, o Papa Francisco, antes da oração mariana do Angelus,
deixou-nos este veemente apelo à Paz:
«Hoje,
queridos irmãos e irmãs, queria fazer-me intérprete do grito que se eleva, com
crescente angústia, em todos os cantos da terra, em todos os povos, em cada
coração, na única grande família que é a humanidade: o grito da paz! É um grito
que diz com força: queremos um mundo de paz, queremos ser homens e mulheres de
paz, queremos que nesta nossa sociedade, dilacerada por divisões e conflitos,
possa irromper a paz! Nunca mais a guerra! Nunca mais a guerra! A paz é um dom
demasiado precioso, que deve ser promovido e tutelado.
Vivo com
particular sofrimento e com preocupação as várias situações de conflito que
existem na nossa terra; mas, nestes dias, o meu coração ficou profundamente
ferido por aquilo que está a acontecer na Síria, e fica angustiado pelos desenvolvimentos
dramáticos que se preanunciam.
domingo, 1 de setembro de 2013
XXII Domingo Tempo Comum
Naquele tempo, tendo Jesus entrado, a um sábado, em casa de um dos principais fariseus para comer uma refeição, todos O observavam.
Observando como os convidados escolhiam os primeiros lugares, disse-lhes esta parábola:
«Quando fores convidado para um banquete, não ocupes o primeiro lugar; não suceda que tenha sido convidado alguém mais digno do que tu,
venha o que vos convidou, a ti e ao outro, e te diga: 'Cede o teu lugar a este.' Ficarias envergonhado e passarias a ocupar o último lugar.
Mas, quando fores convidado, senta-te no último lugar; e assim, quando vier o que te convidou, há-de dizer-te: 'Amigo, vem mais para cima.' Então, isto será uma honra para ti, aos olhos de todos os que estiverem contigo à mesa.
Porque todo aquele que se exalta será humilhado, e o que se humilha será exaltado.»
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