segunda-feira, 23 de novembro de 2015
domingo, 22 de novembro de 2015
sábado, 21 de novembro de 2015
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Papa sublinha que Igreja é chamada à «caridade, que não aponta o dedo para julgar os outros» mas cura os «casais feridos» com «misericórdia»
O papa afirmou hoje, no Vaticano, que a Igreja é chamada a viver a sua missão na caridade que não aponta o dedo para julgar os outros, mas, fiel à sua natureza de mãe, sente-se no dever de procurar e cuidar dos casais feridos com o óleo da aceitação e da misericórdia».
Na missa de inauguração do Sínodo dos Bispos, dedicado à família, que decorre no Vaticano até 25 de outubro, Francisco vincou que a Igreja deve ser «capaz de tirar da solidão, sem esquecer a sua missão de bom samaritano da humanidade ferida», e tendo sempre presente que «o sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado».
Na homilia, perante os cardeais, bispos, padres e leigos que participarão no Sínodo, Francisco citou o papa S. João Paulo II, para quem «o erro e o mal devem sempre ser condenados e combatidos, mas o homem que cai ou que erra deve ser compreendido e amado».
«Uma Igreja com as portas fechadas atraiçoa-se a si mesma e à sua missão e, em vez de ser ponte, torna-se uma barreira», assinalou Francisco.
Referindo-se à união entre homem e mulher, o papa acentuou que, «para Deus, o matrimónio não é utopia da adolescência, mas um sonho sem o qual a sua criatura estará condenada à solidão».
«Paradoxalmente, também o homem de hoje – que muitas vezes ridiculariza este desígnio – continua atraído e fascinado por todo o amor autêntico, por todo o amor sólido, por todo o amor fecundo, por todo o amor fiel e perpétuo. Vemo-lo ir atrás dos amores temporários, mas sonha com o amor autêntico; corre atrás dos prazeres carnais, mas deseja a doação total», apontou.
No atual «contexto social e matrimonial», que Francisco qualificou de «bastante difícil», e em que há «tantos prazeres, mas pouco amor, tanta liberdade, mas pouca autonomia», a Igreja deve «viver a sua missão na fidelidade ao seu Mestre como voz que grita no deserto, para defender o amor fiel e encorajar as inúmeras famílias que vivem o seu matrimónio como um espaço onde se manifesta o amor divino; para defender a sacralidade da vida, de toda a vida; para defender a unidade e a indissolubilidade do vínculo conjugal como sinal da graça de Deus e da capacidade que o homem tem de amar seriamente».
Porque a «verdade (...) não se altera segundo as modas passageiras ou as opiniões dominantes», a Igreja é convidada a anunciar «a verdade que protege o homem e a humanidade das tentações da auto-referencialidade e de transformar o amor fecundo em egoísmo estéril, a união fiel em ligações temporárias.não se altera segundo as modas passageiras ou as opiniões dominantes».
Depois de realçar que «o objetivo da vida conjugal não é apenas viver juntos para sempre, mas amar-se para sempre», Francisco lembrou as palavras «o que Deus uniu não o separe o homem», atribuídas a Jesus no Evangelho segundo Marcos, que constituem «uma exortação aos crentes para superar toda a forma de individualismo e de legalismo, que se esconde num egoísmo mesquinho e no medo de aderir ao significado autêntico do casal e da sexualidade humana no projeto de Deus».
Na missa de inauguração do Sínodo dos Bispos, dedicado à família, que decorre no Vaticano até 25 de outubro, Francisco vincou que a Igreja deve ser «capaz de tirar da solidão, sem esquecer a sua missão de bom samaritano da humanidade ferida», e tendo sempre presente que «o sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado».
Na homilia, perante os cardeais, bispos, padres e leigos que participarão no Sínodo, Francisco citou o papa S. João Paulo II, para quem «o erro e o mal devem sempre ser condenados e combatidos, mas o homem que cai ou que erra deve ser compreendido e amado».
«Uma Igreja com as portas fechadas atraiçoa-se a si mesma e à sua missão e, em vez de ser ponte, torna-se uma barreira», assinalou Francisco.
Referindo-se à união entre homem e mulher, o papa acentuou que, «para Deus, o matrimónio não é utopia da adolescência, mas um sonho sem o qual a sua criatura estará condenada à solidão».
«Paradoxalmente, também o homem de hoje – que muitas vezes ridiculariza este desígnio – continua atraído e fascinado por todo o amor autêntico, por todo o amor sólido, por todo o amor fecundo, por todo o amor fiel e perpétuo. Vemo-lo ir atrás dos amores temporários, mas sonha com o amor autêntico; corre atrás dos prazeres carnais, mas deseja a doação total», apontou.
No atual «contexto social e matrimonial», que Francisco qualificou de «bastante difícil», e em que há «tantos prazeres, mas pouco amor, tanta liberdade, mas pouca autonomia», a Igreja deve «viver a sua missão na fidelidade ao seu Mestre como voz que grita no deserto, para defender o amor fiel e encorajar as inúmeras famílias que vivem o seu matrimónio como um espaço onde se manifesta o amor divino; para defender a sacralidade da vida, de toda a vida; para defender a unidade e a indissolubilidade do vínculo conjugal como sinal da graça de Deus e da capacidade que o homem tem de amar seriamente».
Porque a «verdade (...) não se altera segundo as modas passageiras ou as opiniões dominantes», a Igreja é convidada a anunciar «a verdade que protege o homem e a humanidade das tentações da auto-referencialidade e de transformar o amor fecundo em egoísmo estéril, a união fiel em ligações temporárias.não se altera segundo as modas passageiras ou as opiniões dominantes».
Depois de realçar que «o objetivo da vida conjugal não é apenas viver juntos para sempre, mas amar-se para sempre», Francisco lembrou as palavras «o que Deus uniu não o separe o homem», atribuídas a Jesus no Evangelho segundo Marcos, que constituem «uma exortação aos crentes para superar toda a forma de individualismo e de legalismo, que se esconde num egoísmo mesquinho e no medo de aderir ao significado autêntico do casal e da sexualidade humana no projeto de Deus».
domingo, 4 de outubro de 2015
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
terça-feira, 21 de julho de 2015
segunda-feira, 22 de junho de 2015
domingo, 21 de junho de 2015
quinta-feira, 11 de junho de 2015
sexta-feira, 5 de junho de 2015
No Corpus Christi o Papa recorda os
cristãos perseguidos
Na homilia da
Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, o Papa convida a viver na
Eucaristia a fraternidade e a caridade. Uma enorme procissão de São João de
Latrão até Santa Maria Maggiore
Nos separamos
“quando não somos dóceis à Palavra do Senhor, quando não vivemos a fraternidade
entre nós, quando competimos para ocupar os primeiros lugares, quando não
encontramos a valentia de testemunhar a caridade, quando não somos capazes de
oferecer esperança”. E assim, o Pontífice assegurou que a Eucaristia nos
permite não separar-nos, “porque é vínculo de comunhão, é realização da
Aliança, sinal vivente do amor de Cristo que se humilhou e imolou para que nós
permanecêssemos unidos”. Também disse que a participando na Eucaristia e
alimentando-se dela, “estamos em um caminho que não admite divisões".
Assim, o Santo
Padre Francisco nesta quinta-feira na homilia da Solenidade do Santíssimo Corpo
e Sangue de Cristo, na missa celebrada na Basílica de São João de Latrão,
referindo-se ao responsório da segunda leitura. “Reconhecei no pão ao mesmo que
pendeu na cruz; reconhecei no cálice o sangue que brotou do seu lado. Tomais,
pois, e comei o corpo de Cristo; tomais e bebei seu sangue. Sois já membros de
Cristo. Comei o vínculo que vos mantém unidos, para que não vos disperseis;
bebei o preço da vossa redenção, para que não o desprezeis”.
O Papa se
perguntou: o que significa hoje, desintegrar-se e desprezar-se? "Cristo
presente em nosso meio, no sinal do pão e do vinho, exige que a força do amor
supere cada laceração, enquanto se torna comunhão com o pobre, apoiado pelo
fraco, atenção fraterna a todos aqueles que sentem dificuldade em levar o peso
da vida cotidiana”, explicou Francisco.
Por outro lado,
ele também explicou o que significa "desprezar-nos”. Dessa forma indicou o
que significa “deixar-se afetar pelas idolatrias do nosso tempo: o aparentar, o
consumir, o eu no centro de tudo; mas também o ser competitivos, a arrogância
como atitude vencedora, o não admitir nunca ter errado e ter necessidade’. Tudo
isso “nos humilha, nos faz cristãos medíocres, tíbios, insípidos”.
sábado, 11 de abril de 2015
sexta-feira, 10 de abril de 2015
domingo, 5 de abril de 2015
sábado, 4 de abril de 2015
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
domingo, 25 de janeiro de 2015
TOMEI-TE PELA MÃO... FORMEI-TE... FIZ UMA ALIANÇA CONTIGO
Confundes-me Senhor!
Pela manhã a oração de
encontro é de louvor pela tranquilidade do repouso nocturno que traz boa
disposição interior à alma e ao corpo. Pelo raiar de um novo dia, pelo dom das irmãs
e por todos os que neste dia na Tua Igreja fazem memória do seu nascimento para
Ti, pelo Baptismo, o meu louvor .
Um mar de gente corre para a escuta da Tua Palavra e celebração dos Teus Mistérios. Que
alegria, que beleza e harmonia nos gestos, no canto, na cor, no movimento dum
simples gesto de juntar as mãos que batem suavemente e são manifestação de fé
na Tua presença. Em Ti nos deleitamos porque a voz do Pai se faz ouvir e como
Tu somos filhos muito amados.
O perfume de quem louva e
adora é singelo e simples mas a extravasar de amor. Um dia feliz. Um encontro
com quem vive e experimenta a fé na beleza do Carisma partilhado por estes
recantos do mundo.
Tomas-nos pela mão...
conduzes o nosso viver e repetes em cada instante a Aliança do amor selado com a própria vida. A Tua vida palpita na
imensa multidão de crianças que carregadas de euforia se apinham à porta da
Igreja e enchem o adro à espera de vez
para entrar na Igreja e celebrar com entusiasmo o doce Mistério da Eucaristia.
Tantos olhares, tantos sorrisos, tanto brilho a jorrar nos rostos serenos e simples.
Tantos olhares, tantos sorrisos, tanto brilho a jorrar nos rostos serenos e simples.
Vozes angélicas enchem a
pequena catedral de Kamacupa. Que majestoso cenário! É a festa da vida, é a
novidade da Tua Igreja jovem que renasce em cada dia.
De repente uma corrida e
o baile da estrada até à cidade do Kuito apresenta-se diante dos nossos olhos.
Sorte que a chuva não havia caído e a estrada apresentava-se seca, embora com
perigos. Não sei mesmo que dizer, só sei que nos conduzes com mão forte e braço
poderoso.
Brilhe em nós a coragem para
a gratidão constante. Suplantem o menos bom da vida, o desejo de crescer, de
fazer o bem e de me sentir sempre muito bafejada pelo Teu Espírito que paira
sobre mim e me inspira a praticar sempre o bem e a fazer da minha vida um
constante acto de heroísmo em Tua honra em Teu louvor.
Brilhe Senhor o Teu sol no novo dia que me dás.
Acordo e o corpo hoje, apresenta-se moído, sem vontade para sair bem cedo do
descanso que foi torbulento, com o bater da chuva, o latir dos cães, o pensar
nos rapinadores da noite... Tudo veio à mente... Mas era preciso estar na
Igreja às seis da manhã para celebrar os Teus Mistérios. Uma Igreja viva
palpitante, é o que me ressalta ao coração ao ver tanta gente com entusiasmo,
com alegria, com um dinamismo que tantas vezes falta a quem deveria deixar
brotar com mais força a alegria de celebrar o encontro conTigo.
Curiosa a expressão do
batista: Que Ele cresça e eu diminua...
Os sinais da Tua presença como o sol que brilha numa aurora nova, num batismo
novo, numa humildade incompreensível, num inaugurar a vida nova da Graça com o
Teu Espírito. O meu olhar interioriza a distância da força das Tuas palavras. É
um por à prova a minha Fé, é um abrir as mãos e o coração aos Teus múltiplos
sinais de amor e vitalidade.
Todos os frutos serão
colhidos depois e sabe-se lá por quem, a mim basta saber que com sacrifício e
entrega fui semeando paz e amor a quantos me rodeiam e precisam de uma mão
forte como a Tua para sair do lodo voraz que empapa e escorrega sem deixar que
alcancemos juntas a meta: servir e amar em constante adoração e reparação.
Escutar, aconselhar,
indicar caminhos novos, é traçado que me proponho seguir afincadamente com as
que comungam os mesmos ideias e sonhos. Estamos dispostas a trilhar este
caminho que por vezes se apresenta árduo, mas cheio de santidade.
Neste cantinho do céu de
Kamakupa, respira-se a força do Carisma na sua originalidade. Faz recordar a
grandeza de alma e coração de D. Maria Augusta Martins que tudo dispôs para
acolher crianças pobres a quem ajudava a crescer em estatura e em graça diante
de Deus. São trinta as meninas que gozam
deste céu e desta paz. Quanto bem se pode fazer com coisas tão simples!
Ajuda-nos, Senhor a
buscar sempre as coisas simples da vida e a fazermos sempre o que Te agrada.
Que vivamos sustentadas pela força do Teu amor e sejas, Tu, o garante do nosso
presente e a alegria do nosso futuro enraizado em Ti.
sábado, 24 de janeiro de 2015
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
sábado, 17 de janeiro de 2015
domingo, 4 de janeiro de 2015
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
sábado, 27 de dezembro de 2014
quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
domingo, 21 de dezembro de 2014
sábado, 20 de dezembro de 2014
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domingo, 14 de dezembro de 2014
sábado, 13 de dezembro de 2014
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
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sexta-feira, 28 de novembro de 2014
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
terça-feira, 18 de novembro de 2014
domingo, 16 de novembro de 2014
terça-feira, 11 de novembro de 2014
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Rivalidade e
vanglória são dois «carunchos» que enfraquecem a Igreja, sublinha papa
Francisco
O papa Francisco afirmou hoje, na missa a
que presidiu no Vaticano, que a rivalidade e a vanglória dentro das estruturas
eclesiais são «dois carunchos que comem a consistência da Igreja».
Referindo-se à primeira leitura bíblica
proclamada nas missas desta segunda-feira, Francisco , citado pela Rádio
Vaticano, salientou que S. Paulo, numa das suas cartas, convida os Filipenses a
nada fazer «por rivalidade ou vanglória», nem a «lutar uns contra os outros,
nem sequer tornar-se notado, para se dar ares de ser melhor que os outros».
«Vê-se que esta não é apenas uma coisa do
nosso tempo», mas vem de longe», apontou o papa, antes de questionar: «Quantas
vezes nas nossas instituições, na Igreja, nas paróquias, por exemplo, nos
organismos, encontramos isto? A rivalidade: o tornar-se notado», sublinhou.
No dia em que a Igreja evoca a memória de
S. Martinho de Porres, o papa citou este religioso dominicano que viveu entre
os séculos XVI e XVII: «A sua espiritualidade estava no serviço, porque sentia
que todos os outros, mesmo os maiores pecadores, lhe eram superiores. Sentia-o
verdadeiramente».
«Procurar o bem do outro. Servir os
outros. Esta é a glória de um bispo, quando vê a sua Igreja assim: um mesmo
sentir, a mesma caridade, permanecendo unânimes e concordes. Este é o ar que
Jesus quer na Igreja. Podemos ter opiniões diferentes, está certo, mas sempre
dentro deste ar, desta atmosfera: de humildade, caridade, sem desprezar
ninguém», vincou.
Por isso, prosseguiu Francisco, é negativo
quando nas instituições da Igreja, de uma diocese, se encontra quem «procura o
seu interesse, não o serviço, não o amor»: «E isto é o que Jesus nos diz no
Evangelho, não procurar o próprio interesse, não andar pelo caminho da
retribuição».
«Quando tu deres um almoço ou um jantar,
não convides teus amigos, nem os teus irmãos, nem os teus parentes, nem os teus
vizinhos ricos. Pois estes poderiam também convidar-te e isto já seria a tua
recompensa. Pelo contrário, quando deres uma festa, convida os pobres, os
aleijados, os coxos, os cegos. Então tu serás feliz! Porque eles não te podem
retribuir», palavras de Jesus que se leem no Evangelho das missas de hoje.
domingo, 2 de novembro de 2014
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