sábado, 28 de setembro de 2013


XXVI Domingo do Tempo Comum

 
No mundo tão materialista e egoísta, o valor da generosidade perde espaço. O Evangelho deste Domingo, convida-nos a termos atitudes generosas com a vida, com os bens; ensina-nos a partilhar.
 
Não é uma condenação para os ricos e nem a salvação incondicional dos pobres. O que salvou Lázaro não foi somente a falta de bens, mas a sua humildade. Também o que condenou o rico não foi a posse dos seus bens em si mesmos, mas o mau uso deles: o esbanjamento, o egoísmo e o acumular.
 
 
O Papa, há poucos dias dizia: “às vezes também se serve os pobres, com arrogância. Algumas pessoas gabam-se, enchem a boca com os pobres; instrumentalizam os pobres, por interesses pessoais ou do próprio grupo (…) É um pecado grave, porque é ‘usar’ os necessitados, que são a carne de Jesus, para a ‘minha vaidade’. É um pecado grave! Seria melhor que estas pessoas ficassem em casa”!
A todos nós cabe semear a esperança, com obras concretas de solidariedade, ajudando quem mais precisa e no que é mais preciso, colaborando também nós, com as instituições públicas de apoio social, no respeito pelas respectivas competências! Apesar de tudo, o mais importante é que “não deixem que vos roubem a esperança. Pelo contrário: semeai-a!
Como gasto a minha vida? Onde está a minha riqueza e o que significa para mim a pobreza?
Cada minuto de nossa vida deve ser bem gasto, deve ser bem aproveitado. A cada instante podemos viver os verdadeiros valores ou deixar os dias passarem sem que a vida tenha seu êxito.
 
Para a vivência semanal
Na luz da fé, que vos abre ao amor de Deus, abri a todos um caminho de esperança!
 

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