sábado, 21 de novembro de 2015
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Papa sublinha que Igreja é chamada à «caridade, que não aponta o dedo para julgar os outros» mas cura os «casais feridos» com «misericórdia»
O papa afirmou hoje, no Vaticano, que a Igreja é chamada a viver a sua missão na caridade que não aponta o dedo para julgar os outros, mas, fiel à sua natureza de mãe, sente-se no dever de procurar e cuidar dos casais feridos com o óleo da aceitação e da misericórdia».
Na missa de inauguração do Sínodo dos Bispos, dedicado à família, que decorre no Vaticano até 25 de outubro, Francisco vincou que a Igreja deve ser «capaz de tirar da solidão, sem esquecer a sua missão de bom samaritano da humanidade ferida», e tendo sempre presente que «o sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado».
Na homilia, perante os cardeais, bispos, padres e leigos que participarão no Sínodo, Francisco citou o papa S. João Paulo II, para quem «o erro e o mal devem sempre ser condenados e combatidos, mas o homem que cai ou que erra deve ser compreendido e amado».
«Uma Igreja com as portas fechadas atraiçoa-se a si mesma e à sua missão e, em vez de ser ponte, torna-se uma barreira», assinalou Francisco.
Referindo-se à união entre homem e mulher, o papa acentuou que, «para Deus, o matrimónio não é utopia da adolescência, mas um sonho sem o qual a sua criatura estará condenada à solidão».
«Paradoxalmente, também o homem de hoje – que muitas vezes ridiculariza este desígnio – continua atraído e fascinado por todo o amor autêntico, por todo o amor sólido, por todo o amor fecundo, por todo o amor fiel e perpétuo. Vemo-lo ir atrás dos amores temporários, mas sonha com o amor autêntico; corre atrás dos prazeres carnais, mas deseja a doação total», apontou.
No atual «contexto social e matrimonial», que Francisco qualificou de «bastante difícil», e em que há «tantos prazeres, mas pouco amor, tanta liberdade, mas pouca autonomia», a Igreja deve «viver a sua missão na fidelidade ao seu Mestre como voz que grita no deserto, para defender o amor fiel e encorajar as inúmeras famílias que vivem o seu matrimónio como um espaço onde se manifesta o amor divino; para defender a sacralidade da vida, de toda a vida; para defender a unidade e a indissolubilidade do vínculo conjugal como sinal da graça de Deus e da capacidade que o homem tem de amar seriamente».
Porque a «verdade (...) não se altera segundo as modas passageiras ou as opiniões dominantes», a Igreja é convidada a anunciar «a verdade que protege o homem e a humanidade das tentações da auto-referencialidade e de transformar o amor fecundo em egoísmo estéril, a união fiel em ligações temporárias.não se altera segundo as modas passageiras ou as opiniões dominantes».
Depois de realçar que «o objetivo da vida conjugal não é apenas viver juntos para sempre, mas amar-se para sempre», Francisco lembrou as palavras «o que Deus uniu não o separe o homem», atribuídas a Jesus no Evangelho segundo Marcos, que constituem «uma exortação aos crentes para superar toda a forma de individualismo e de legalismo, que se esconde num egoísmo mesquinho e no medo de aderir ao significado autêntico do casal e da sexualidade humana no projeto de Deus».
Na missa de inauguração do Sínodo dos Bispos, dedicado à família, que decorre no Vaticano até 25 de outubro, Francisco vincou que a Igreja deve ser «capaz de tirar da solidão, sem esquecer a sua missão de bom samaritano da humanidade ferida», e tendo sempre presente que «o sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado».
Na homilia, perante os cardeais, bispos, padres e leigos que participarão no Sínodo, Francisco citou o papa S. João Paulo II, para quem «o erro e o mal devem sempre ser condenados e combatidos, mas o homem que cai ou que erra deve ser compreendido e amado».
«Uma Igreja com as portas fechadas atraiçoa-se a si mesma e à sua missão e, em vez de ser ponte, torna-se uma barreira», assinalou Francisco.
Referindo-se à união entre homem e mulher, o papa acentuou que, «para Deus, o matrimónio não é utopia da adolescência, mas um sonho sem o qual a sua criatura estará condenada à solidão».
«Paradoxalmente, também o homem de hoje – que muitas vezes ridiculariza este desígnio – continua atraído e fascinado por todo o amor autêntico, por todo o amor sólido, por todo o amor fecundo, por todo o amor fiel e perpétuo. Vemo-lo ir atrás dos amores temporários, mas sonha com o amor autêntico; corre atrás dos prazeres carnais, mas deseja a doação total», apontou.
No atual «contexto social e matrimonial», que Francisco qualificou de «bastante difícil», e em que há «tantos prazeres, mas pouco amor, tanta liberdade, mas pouca autonomia», a Igreja deve «viver a sua missão na fidelidade ao seu Mestre como voz que grita no deserto, para defender o amor fiel e encorajar as inúmeras famílias que vivem o seu matrimónio como um espaço onde se manifesta o amor divino; para defender a sacralidade da vida, de toda a vida; para defender a unidade e a indissolubilidade do vínculo conjugal como sinal da graça de Deus e da capacidade que o homem tem de amar seriamente».
Porque a «verdade (...) não se altera segundo as modas passageiras ou as opiniões dominantes», a Igreja é convidada a anunciar «a verdade que protege o homem e a humanidade das tentações da auto-referencialidade e de transformar o amor fecundo em egoísmo estéril, a união fiel em ligações temporárias.não se altera segundo as modas passageiras ou as opiniões dominantes».
Depois de realçar que «o objetivo da vida conjugal não é apenas viver juntos para sempre, mas amar-se para sempre», Francisco lembrou as palavras «o que Deus uniu não o separe o homem», atribuídas a Jesus no Evangelho segundo Marcos, que constituem «uma exortação aos crentes para superar toda a forma de individualismo e de legalismo, que se esconde num egoísmo mesquinho e no medo de aderir ao significado autêntico do casal e da sexualidade humana no projeto de Deus».
domingo, 4 de outubro de 2015
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
terça-feira, 21 de julho de 2015
segunda-feira, 22 de junho de 2015
domingo, 21 de junho de 2015
quinta-feira, 11 de junho de 2015
sexta-feira, 5 de junho de 2015
No Corpus Christi o Papa recorda os
cristãos perseguidos
Na homilia da
Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, o Papa convida a viver na
Eucaristia a fraternidade e a caridade. Uma enorme procissão de São João de
Latrão até Santa Maria Maggiore
Nos separamos
“quando não somos dóceis à Palavra do Senhor, quando não vivemos a fraternidade
entre nós, quando competimos para ocupar os primeiros lugares, quando não
encontramos a valentia de testemunhar a caridade, quando não somos capazes de
oferecer esperança”. E assim, o Pontífice assegurou que a Eucaristia nos
permite não separar-nos, “porque é vínculo de comunhão, é realização da
Aliança, sinal vivente do amor de Cristo que se humilhou e imolou para que nós
permanecêssemos unidos”. Também disse que a participando na Eucaristia e
alimentando-se dela, “estamos em um caminho que não admite divisões".
Assim, o Santo
Padre Francisco nesta quinta-feira na homilia da Solenidade do Santíssimo Corpo
e Sangue de Cristo, na missa celebrada na Basílica de São João de Latrão,
referindo-se ao responsório da segunda leitura. “Reconhecei no pão ao mesmo que
pendeu na cruz; reconhecei no cálice o sangue que brotou do seu lado. Tomais,
pois, e comei o corpo de Cristo; tomais e bebei seu sangue. Sois já membros de
Cristo. Comei o vínculo que vos mantém unidos, para que não vos disperseis;
bebei o preço da vossa redenção, para que não o desprezeis”.
O Papa se
perguntou: o que significa hoje, desintegrar-se e desprezar-se? "Cristo
presente em nosso meio, no sinal do pão e do vinho, exige que a força do amor
supere cada laceração, enquanto se torna comunhão com o pobre, apoiado pelo
fraco, atenção fraterna a todos aqueles que sentem dificuldade em levar o peso
da vida cotidiana”, explicou Francisco.
Por outro lado,
ele também explicou o que significa "desprezar-nos”. Dessa forma indicou o
que significa “deixar-se afetar pelas idolatrias do nosso tempo: o aparentar, o
consumir, o eu no centro de tudo; mas também o ser competitivos, a arrogância
como atitude vencedora, o não admitir nunca ter errado e ter necessidade’. Tudo
isso “nos humilha, nos faz cristãos medíocres, tíbios, insípidos”.
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