sábado, 1 de junho de 2013
quinta-feira, 30 de maio de 2013
O Senhor sempre nos dá o que pedimos, mas
ao modo divino
Homilia do Papa Francisco na casa Santa
Marta - 29 de Maio de 2013 –
“O Senhor nos
dá a graça, mas ao seu modo divino”, disse o Santo Padre na homilia desta manhã
na Casa Santa Marta, na qual estavam presentes funcionários do Governatorado
Vaticano.
Lembrando um
momento particular da sua vida, o Papa disse que certa vez passava por uma
escuridão interior e precisava de uma Graça especial de Deus. Foi pregar
exercícios espirituais a umas irmãs e, no último dia, veio uma irmã de 80 anos
se confessar, “mas com os olhos claros, luminosos”. Depois da confissão deu-lhe
como penitência pedir a Deus a graça que ele estava precisando, porque “se você
pedir a Deus, com certeza Ele te dará”, disse à irmã. Ela, depois de um momento
de silêncio, falou assim: “Com certeza que Deus te dará a Graça, mas não se
engane, te dará essa Graça ao modo divino”.
“Isso me fez
tanto bem. Escutar que o Senhor sempre nos dá o que lhe pedimos, mas ao modo
divino. E o modo divino é esse até o final. O modo divino envolve a cruz, não
por masoquismo: não, não! Por amor. Por amor até o final!”
A liturgia de
hoje narra aquela cena de Jesus subindo a Jerusalém com os discípulos e
anunciando-lhes a sua paixão, morte e ressurreição. E nesse caminho de fé, os
discípulos quiseram ficar na metade do caminho discutindo entre si “como
arrumar a Igreja, como arrumar a salvação”. João e Thiago até chegaram a pedir
para sentar-se à direita e outro à esquerda, gerando mais discussão sobre quem
era mais importante na Igreja. “A tentação dos discípulos – diz o Papa – é a
mesma de Jesus no deserto quando o demônio lhe propôs outro caminho”. A
tentação de fazer tudo rápido, milagres, até mesmo de ser “um paraquedista sem
paraquedas”. É a tentação de Pedro, quando num determinado momento não aceita a
paixão de Jesus.
“É a tentação
de um cristianismo sem cruz. Um cristianismo à metade do caminho”, que “é a
tentação do triunfalismo. Nós queremos o triunfo agora, sem ir à cruz, um
triunfo mundano, um triunfo racional”.
Catequese do Papa Francisco durante a
Audiência Geral de hoje
CIDADE DO VATICANO, 29 de Maio de 2013
A Audiência Geral desta manhã aconteceu às
10h30 na Praça de São Pedro, onde o Santo Padre Francisco se encontrou com
grupos de peregrinos e fieis da Itália e de outros países. No seu discurso em
língua italiana, o papa começou um novo ciclo de catequeses sobre o Mistério da
Igreja, partindo das expressões dos textos do Concílio Ecumênico Vaticano II. O
tema de hoje: "A Igreja: família de Deus". Oferecemos a tradução do
discurso do Papa.
Queridos irmãos
e irmãs, bom dia!
Quarta-feira
passada destaquei o vínculo profundo entre o Espírito Santo e a Igreja. Hoje eu
gostaria de começar algumas catequeses sobre o mistério da Igreja, mistério que
todos nós vivemos e do qual fazemos parte. Gostaria de fazer com expressões bem
presentes nos textos do Concílio Ecumênico Vaticano II.
Hoje, a
primeira: a Igreja como Família de Deus
Nos últimos
meses, mais de uma vez eu fiz referência à parábola do filho pródigo, ou
melhor, do pai misericordioso (cf. Lc 15, 11-32). O filho mais novo sai da casa
de seu pai, desperdiça tudo e decide voltar porque percebe que cometeu um erro,
mas já não se considera digno de ser filho e pensa poder ser acolhido como
servo. O pai, em vez disso, corre para encontrá-lo, abraça-o, e lhe restitui a
dignidade de filho e faz festa. Esta parábola, como outras no Evangelho, mostra
bem o desígnio de Deus para a humanidade.
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Exortação do Papa Francisco na missa
diária
celebrada na capela da Casa Santa Marta
ROMA, 28 de Maio de 2013
O anúncio’ de
Jesus não é um revestimento, uma pintura, mas entra no coração e nos
transforma. Foi o que disse Papa Francisco na missa desta manhã, na Casa Santa
Marta. Ele reiterou que seguir Jesus não significa ter mais poder, porque o Seu
caminho é o da Cruz.
Da Missa,
concelebrada pelo Monsenhor Rino Fisichella e Monsenhor José Octavio Ruiz
Arenas, presidente e secretário do Conselho Pontifício para a Nova
Evangelização, participou um grupo de sacerdotes do mesmo dicastério.
Conforme
relatado pela Rádio Vaticano, também participou da missa um grupo de
funcionários da central termoelétrica e do laboratório de carpintaria do
Governatorato do Vaticano, acompanhado pelo engenheiro Pier Carlo Cuscianna,
diretor dos Serviços Técnicos do Governatorato.
Qual será a
nossa recompensa por te seguir? O Papa Francisco iniciou sua homilia a partir
da pergunta que Pedro faz a Jesus e, afinal, refere-se à vida de cada cristão.E
Jesus responde que aqueles que o seguirem terão “muitas coisas boas”, mas
sofrerão “perseguição”.O caminho do Senhor, continuou ele, "é um caminho
de abaixamento, um caminho que termina na Cruz”.
Por isso,
acrescentou, "sempre haverá dificuldades", "perseguições".
Sempre será porque “Ele fez esse caminho antes” de nós.
terça-feira, 28 de maio de 2013
Temos que nos
despir da "cultura do bem-estar", que nos deixa preguiçosos, egoístas
e pouco corajosos
CIDADE DO
VATICANO, 27 de Maio de 2013
Bem-estar,
fascínio, riqueza. Conceitos que, na vida cotidiana, nos atraem a ponto de ser
considerados valores, mas que, na vida cristã, impedem a missão fundamental:
seguir Jesus Cristo.
O papa
Francisco segue adiante na formação das consciências, tarefa que ele começou há
mais de dois meses com as homilias na Casa Santa Marta, e agora a enriquece com
um novo elemento: ajudar-nos a entender quais são os obstáculos que nos impedem
de seguir Jesus, para nos livrarmos desses impedimentos. Hoje ele abordou, em
particular, a "cultura do bem-estar" e o "fascínio do
provisório".
Estas foram as
duas expressões centrais da homilia desta manhã, na missa concelebrada com o
cardeal Philippe Barbarin, arcebispo de Lyon. Participaram da celebração dom
Zygmunt Zimowski, os membros do Conselho Pontifício para os Agentes de Saúde e
um grupo de colaboradores dos Serviços Financeiros do governatorato vaticano.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Oração pelo bom
êxito do Capítulo
Senhor
Jesus, rezamos-te nesta hora,
As
nossas esperanças e aspirações.
Rezamos-Te
nesta hora, o nosso desejo de renovação
Do
Carisma que depositaste em nossas vidas.
Concede-nos
a alegria de experimentar o dom do serviço
À
Tua Igreja, como discípulas do Teu Reino…
Envia-nos
o teu Espírito de sabedoria e fortaleza,
Para
que juntas construamos caminhos novos de fraternidade.
Fortalece
a nossa Fé, torna-nos fiéis servidoras da Tua Palavra.
Envia-nos
a testemunhar com simplicidade e humildade
O
Evangelho da caridade.
Isto,
te pedimos, por intercessão de Maria a Imaculada Conceição;
Dos nossos fundadores
e de todas as irmãs que
nos precederam
no caminho da Fé.
Oremos para que estes mafiosos se convertam a Deus e louvemos ao Senhor pelo luminoso testemunho de Pe. Giuseppe Puglisi"
Palavras do Papa durante a oração do Angelus de hoje na praça de São Pedro
CIDADE DO VATICANO, 26 de Maio de 2013
De regresso da visita pastoral à Paróquia romana dos santos Elizabete e Zacarias, às 12h, o Santo Padre Francisco apareceu na janela do seu escritório no Palácio Apostólico Vaticano para recitar a oração do Angelus com os fieis e peregrinos reunidos na Praça de São Pedro. Publicamos a seguir as palavras do Papa antes da oração mariana:
Queridos irmãos e irmãs!
Bom dia! Esta manhã eu fiz a minha primeira visita a uma paróquia da Diocese de Roma. Agradeço ao Senhor e vos peço para orar pelo meu serviço pastoral na Igreja de Roma, que tem a missão de presidir a caridade universal.
Hoje é o domingo da Santíssima Trindade. A luz do tempo Pascal e de Pentecostes renove a cada ano em nós a alegria e o esplendor da fé: reconhecemos que Deus não é algo vago, o nosso Deus não é um Deus “spray”, é concreto, não é abstrato, mas tem um nome: “Deus é amor”. Não é um amor sentimental, emocional, mas o amor do Pai, que é a fonte de toda a vida, o amor do Filho que morreu na cruz e ressuscitou, o amor do Espírito que renova o homem e o mundo. E pensar que Deus é amor nos faz muito bem, porque nos ensina a amar, a nos doar uns aos outros como Jesus se doou a nós e caminha conosco. Jesus caminha conosco na estrada da vida.
domingo, 26 de maio de 2013
sábado, 25 de maio de 2013
Homilia do papa
Francisco na missa da Casa Santa Marta
CIDADE DO
VATICANO, 23 de Maio de 2013
Depois de
abordar os "cristãos de sala", o papa Francisco alerta agora para
outro risco que os seguidores de Cristo correm: tornar-se "cristãos de
museu", aqueles cristãos "insípidos", que perderam o "sal
da fé, da esperança e da caridade" que tinham recebido de Jesus Cristo.
Como vem
acontecendo toda manhã, na missa celebrada em sua residência, o papa fez uma homilia
que soa como uma exortação ao povo de Deus para não esquecer as graças
recebidas. Na missa desta manhã, estava presente um grupo de padres e de
colaboradores leigos da Congregação para as Igrejas Orientais, cujo presidente,
cardeal Leonardo Sandri, concelebrou com o papa juntamente com o cardeal Angelo
Sodano e com o arcebispo de La Paz, Edmundo Abastoflor Montero.
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Homilia do papa
Francisco na missa da Casa Santa Marta
CIDADE DO
VATICANO, 23 de Maio de 2013
Depois de
abordar os "cristãos de sala", o papa Francisco alerta agora para
outro risco que os seguidores de Cristo correm: tornar-se "cristãos de museu",
aqueles cristãos "insípidos", que perderam o "sal da fé, da
esperança e da caridade" que tinham recebido de Jesus Cristo.
Como vem
acontecendo toda manhã, na missa celebrada em sua residência, o papa fez uma
homilia que soa como uma exortação ao povo de Deus para não esquecer as graças
recebidas. Na missa desta manhã, estava presente um grupo de padres e de
colaboradores leigos da Congregação para as Igrejas Orientais, cujo presidente,
cardeal Leonardo Sandri, concelebrou com o papa juntamente com o cardeal Angelo
Sodano e com o arcebispo de La Paz, Edmundo Abastoflor Montero.
"Sal"
foi a palavra-chave desta homilia do papa; o sal que Cristo deu a cada cristão
e que traz valor agregado para a sua vida e para a vida dos outros. Este sal é
a "fé", explicou o papa, a certeza do amor de Jesus Cristo,
manifestado na sua morte e ressurreição para a salvação da humanidade.
Por isso é
preciso cuidar para que este sal "não se torne insípido, não perca a sua
força". Até porque, acrescentou Francisco, este presente não nos é dado
"para ser guardado", já que "o sal só faz sentido quando é usado
para dar sabor às coisas".
quinta-feira, 23 de maio de 2013
terça-feira, 21 de maio de 2013
A ORAÇÃO FAZ MILAGRES
CIDADE DO VATICANO, 20 de Maio de 2013
Uma oração valente, humilde e forte consegue milagres: esta é a ideia principal que o papa apresentou na manhã de hoje, durante a missa celebrada na Casa Santa Marta. Participaram alguns funcionários da Rádio Vaticano, acompanhados pelo diretor, o pe. Federico Lombardi, SJ.
A liturgia do dia apresenta a passagem do evangelho em que os discípulos não conseguem curar uma criança. O próprio Jesus precisa intervir e se queixa da falta de fé dos presentes. Ao pai do menino, que pede ajuda, ele responde que "tudo é possível para aquele que crê".
Conforme o relato da Rádio Vaticano, Francisco ensinou que também os que querem amar Jesus acabam muitas vezes não se arriscando muito na fé, nem se confiando totalmente a Ele: "Mas por que essa falta de fé? Eu acredito que é o coração que não se abre, o coração fechado, o coração que quer ter tudo sob controle".
É um coração, portanto, que “não passa o controle para Jesus”, disse o papa. E quando os discípulos perguntam a Cristo por que não conseguiram curar o jovem, o Senhor diz que aquela "espécie de demônios não pode ser expulsa de nenhum jeito, a não ser pela oração".
"Todos nós temos um pouco de incredulidade no nosso interior". É necessária “uma oração forte, e esta oração humilde e forte faz com que Jesus consiga realizar o milagre. A oração para pedir um milagre, “para pedir uma ação extraordinária”, continua o papa, “deve ser uma oração que envolve, que envolve a nós todos”.
domingo, 19 de maio de 2013

Cristãos guiados pela
verdade inspirada
pelo Espírito Santo
Catequese do Papa Francisco durante a
Audiência Geral de hoje
Cidade do Vaticano, 15 de Maio de 2013
Queridos irmãos e
irmãs, bom dia!
Hoje gostaria de
refletir sobre a ação que o Espírito Santo realiza ao guiar a Igreja e cada um
de nós à Verdade. Jesus mesmo diz aos discípulos: o Espírito Santo "vos
guiará à toda a verdade" (Jo 16, 13), sendo ele mesmo "o Espírito de
Verdade" (cf. Jo 14, 17; 15, 26; 16, 13).
Vivemos em uma época
na qual as pessoas são céticas em relação à verdade. Bento XVI tem falado
muitas vezes do relativismo, da tendência a acreditar que não há nada de
definitivo e pensar que a verdade seja dada pelo consentimento ou por aquilo
que nós queremos. Surge a pergunta: existe realmente “a” verdade? O que é “a”
verdade? Podemos conhecê-la? Podemos encontrá-la? Aqui me vem à mente a
pergunta do Procurador romano Pôncio Pilatos quando Jesus lhe revelou o sentido
profundo da sua missão: "O que é a verdade?" (Jo 18,37.38). Pilatos
não consegue compreender que “a” Verdade está diante dele, não consegue ver em
Jesus o rosto da verdade, que é o rosto de Deus. No entanto, Jesus é justamente
isso: a Verdade, que, na plenitude dos tempos, “se fez carne” (Jo 1,1.14), veio
em meio a nós para que a conhecêssemos. A verdade não é compreendida como uma
coisa, a verdade é encontrada. Não é uma possessão, é um encontro com uma
Pessoa.
Mas quem nos faz
reconhecer que Jesus é "a" Palavra de verdade, o Filho unigênito de
Deus Pai? São Paulo ensina que "ninguém pode dizer" Jesus é o
Senhor!" senão pela ação do Espírito Santo "(1 Cor 12, 3). É apenas o
Espírito Santo, o dom de Cristo Ressuscitado, que nos faz reconhecer a Verdade.
Jesus define-o “Paráclito”, ou seja “aquele que vem em nosso auxílio”, que está
do nosso lado para sustentar-nos neste caminho de conhecimento; e, durante a
Última Ceia, Jesus assegura aos discípulos que o Espírito Santo ensinará todas
as coisas, lembrando-lhes as suas palavras (cf. Jo 14,26).
sábado, 18 de maio de 2013
Pedro era um pecador, mas não um corrupto
Francisco na sua homilia na Santa Marta convida a deixar
que Jesus nos encontre
CIDADE DO VATICANO, 17 de Maio de 2013
Ser pecadores não é o problema central, o problema é não deixar-se transformar no amor do encontro com Cristo, porque Pedro era um pecador, mas não um corrupto, pecadores sim, todos: corruptos, não. Este foi o tema central da homilia da missa diária do Papa Francisco na capela da sua residência em Santa Marta, transmitida pela Rádio Vaticano.
No evangelho do dia Jesus ressuscitado pergunta três vezes a Pedro se o ama. “É um diálogo de amor entre o Senhor e seu discípulo” indica Francisco e lembra dos encontros que Pedro teve com Jesus. Começando com o ‘Segue-me” ao ‘Te chamarás Cefas, Pedra’, ao ‘Afásta-te de mim, Satanás”, “humilhação que Pedro aceita”, diz o Papa.
Ser pecadores não é o problema central, o problema é não deixar-se transformar no amor do encontro com Cristo, porque Pedro era um pecador, mas não um corrupto, pecadores sim, todos: corruptos, não. Este foi o tema central da homilia da missa diária do Papa Francisco na capela da sua residência em Santa Marta, transmitida pela Rádio Vaticano.
No evangelho do dia Jesus ressuscitado pergunta três vezes a Pedro se o ama. “É um diálogo de amor entre o Senhor e seu discípulo” indica Francisco e lembra dos encontros que Pedro teve com Jesus. Começando com o ‘Segue-me” ao ‘Te chamarás Cefas, Pedra’, ao ‘Afásta-te de mim, Satanás”, “humilhação que Pedro aceita”, diz o Papa.
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Se incomodamos, sigamos adiante!
Homilia do Papa Francisco na casa Santa Marta
CIDADE DO VATICANO, 16 de Maio de 2013
A Igreja tem tanta necessidade do fervor apostólico que nos impulsiona para a frente no anúncio de Jesus". É o que destacou, esta manhã, o Papa Francisco na Missa na casa Santa Marta. O Papa também pediu para tomar cuidado com o ser "cristãos superficiais” sem a coragem também de "incomodar as coisas muito tranquilas". Na missa, concelebrada com o cardeal Peter Turkson e mons. Mario Toso, presidente e secretário de "Justiça e Paz", participou um
grupo de funcionários do departamento e da Rádio Vaticana.
Toda a vida de Paulo foi "uma batalha campal", uma "vida com muitas provas". Papa Franscisco centrou a sua homilia no Apóstolo dos gentios, que, segundo ele, passa a sua vida de “perseguição em perseguição”, mas não se desanima. O destino de Paulo, destacou, “é um destino com muitas cruzes, mas segue adiante; ele olha para o Senhor e segue adiante”:
“Paulo incomoda: é um homem que com a sua pregação, com o seu trabalho, com a sua atitude incomoda, porque precisamente anuncia Jesus Cristo e o anúncio de Jesus Cristo às nossas comodidades, tantas vezes às nossas estruturas cômodas – também cristãs, não? - Incomoda. O Senhor sempre quer que sigamos adiante, mais adiante, mais adiante... Que nós não nos refugiemos numa vida tranquila ou nas estruturas caducas, coisas assim, não? O Senhor ... E Paulo, anunciando o Senhor, incomodava. Mas ele seguia adiante, porque ele tinha em si aquela atitude tão cristã que é o zelo apostólico. Tinha precisamente o fervor apostólico. Não era um homem de convenção. Não! A verdade: avante! O anúncio de Jesus Cristo: avante!”
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